terça-feira, 16 de setembro de 2014

Não exclusividade, mas singularidade

Por Carlos Chagas

Este artigo faz parte da série O que é ser cristão? Caso queira acessar o índice clique aqui.


É fato que a falta de compromisso com os princípios religiosos bem como a apatia social e falta de compromisso com o futuro fazem da religião algo descartável e, talvez, nunca necessário. Mas especificamente o cristianismo perde seu valor quando valoriza o poder, a agressividade, ambição do poder, sede do lucro, coisas comuns e tão aceitáveis pelos próprios cristãos dos dias de hoje que fazem desta religião, se a mesma for só isto, digna de destruição. 

Mas sabe-se que o cristianismo não é de tudo ruim. Ainda existem os que nele acreditam. E pelo fato deste ter saído na frente das demais religiões se adequando e adequando a modernidade passa a servir de modelo para as demais religiões que cedo ou tarde, também enfrentarão a modernidade. 


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